"Às vezes, quando o rústico une-se ao simples, nasce o belo."

"Às vezes, quando o rústico une-se ao simples, nasce o belo."

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Em oração hoje fiz um pedido


Em oração hoje fiz um pedido e Deus me disse concedido.

Pedi paz no coração para todos vocês irmãos.

Pedi segurança para toda criança.

Pedi fim da dor, desse povo sofredor.

Pedi que haja humanidade para os sem tetos da cidade.

Pedi um pouco de carinho para meus vizinhos.

Pedi alegria para toda família.

Pedi sua benção para curar toda doença.

Pedi felicidade para os amigos de verdade.

Pedi perdão e amor no coração!


Sergio Fornasari

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Não desista de você!


Um dia todo mundo tem que atravessar seus desertos…

Momentos onde a solidão se faz tão presente que parece ter um corpo.

A dor faz o tempo ficar lento, demorado, e, tudo parece parar. É neste momento, que o ser humano descobre o que são fardos, os fortes encontram a escada que os fará subir, os fracos se perdem em lamentações, saem buscando os culpados.

Aí está a diferença entre passar pelo deserto e o permanecer nele.

Os que resistem, os que persistem, os que racionam a água, caminham um pouco mais, dão um passo além das forças. Os que desanimam, bebem toda água do cantil, esperam pelo milagre que não virá, pois todo milagre é fruto de uma ação positiva.

Se você está atravessando o seu deserto, seja ele o mais seco do mundo, não importa, em algum canto dele, você encontrará um oásis.

Na nossa vida, oásis são os amigos que não nos abandonam, são aquelas pessoas desconhecidas que se preocupam com o próximo, é a fé que todos nós temos e renova a esperança. Mantenha a racionalidade e uma certeza: Você vai atravessá-lo!

Não desista de nada, não desista de você!

A poeira vai baixar, a tempestade vai passar, e depois de tudo, o sol vai brilhar por você.

A esperança é essa brisa que sopra seus cabelos,e a força que nos empurra para a vitória, é o amor de Deus que nunca nos abandona.

Paulo Roberto Gaefke

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Deus me permitiu acordar...


"Deus me permitiu acordar... e com esse novo amanhecer vem um novo recomeço, uma nova oportunidade para fazer o melhor... 

Para esse novo dia, entrego a Deus cada minuto e que venho o que for de Deus, pois eu sei que as coisas de d'Ele são verdadeiras, leves, doces e são para sempre." 


(Yla Fernandes)

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Ando sumida....


"Que bons ventos soprem saúde, bênçãos, gratidão, luz, paz e conforto, saúdo a todas as pessoas que aqui comparecem..." 

Gratidão!


Cláudia Dornelles

domingo, 31 de maio de 2015

SEMPRE!


Você pode corrigir sem ferir, sem magoar. 

Porque AMOR também é querer ver o outro crescer. 

Se você pode ajudar, não fique de braços cruzados. 

As palavras ditas com ternura tem poder milagroso na vida do irmão. 

Seja um canal de bençãos... 

SEMPRE! 


manuela donnici

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Bom Dia!!!


"A gente guarda no nosso interior, dúvidas, anseios, medos, e na maioria das vezes não tem com quem partilhar, e mesmo se o fizesse, poucos iriam entender o que realmente estamos sentindo. 

Nesse momento o silêncio, a música e o céu, são os nossos melhores amigos, ecoando no único lugar que realmente nos entende: nossos sonhos." 

(Frederico Elboni)

domingo, 24 de maio de 2015

Valorize antes que você perca


Algumas pessoas chegam na nossa vida devagar.

Alguém que você acaba de conhecer e aos poucos vai ganhando espaço no seu tempo.

Alguém que você acha que conhece há tempos, mas só recentemente foram se aproximar e notar as coisas em comum.

Ou alguém que já chega com o pé na porta.

Sem nenhum anúncio ou cerimônia invade sua vida, toma seu tempo livre, te perturba, te indica músicas/livros/filmes, e é sintonia de como já se conhecessem desde sempre…

É o seu primeiro “bom dia” e seu último “boa noite”, todos os dias.

Rápido ou devagar, a gente só tem que deixar entrar na nossa vida quem realmente vale a pena.

Quem a gente sabe que pode até entrar sem limpar os pés no tapete, desarrumar sua cama e esvaziar sua geladeira, mas que quando ela for vai deixar a bagunça mais gostosa que você já teve.

“Por favor, volte (sempre)!”

Ninguém gosta de despedidas, certo?

Conheço um cara que gosta delas, e eu não concordava.

Depois de muito pensar sobre o lado bom e ruim das despedidas meu pensamento mudou, e eu concordei.

É preciso se despedir das pessoas pelo mesmo motivo que é preciso voltar à elas.

É preciso ficar longe um tempo. É preciso ter um espaço. É preciso fazer aquela saudade que dói. Mas principalmente: é preciso fazer sua ausência ser sentida.

Mas despedidas são terríveis. É saudade antecipada, choro, incerteza.
É vazio de ver de longe o que se quer abraçar de perto.

Então… como despedida pode ser algo bom?
Acredito que nós somos idiotas com a certeza de que sempre teremos algo/alguém à nossa disposição.

E por isso valorizamos cada vez menos o que temos ao nosso alcance. É “qualquer coisa”.
Quase descartável.

Precisamos desses sentimentos “ruins” pra saber valorizar os sentimentos bons.
Temos que ver de longe pra querer ver de perto.
Porque nós somos extremamente burros… só não sabemos disso.
“(…) aqui, ela me mandou mensagem agora. Por quê? O que ela quer? Ela já deve tá com outro, e nem quero saber se tá ou não, então não tem motivos pra vir falar comigo! (Claro que tem. Ela sente saudades, você também não sente? É normal! Muito tempos juntos, né). Sinto, mas não estamos mais juntos. A vida segue. Quando a gente terminou ela ficou sem falar comigo e eu levei de boa, entendi, respeitei. E agora me procura…por quê? (Você sabe. Saudades! De você, da amizade, do abraço, sei lá, de tudo. A gente é tipo criança brincando no playground, sabe? A gente tem um brinquedo que gosta, brinca com ele pra caramba, mas enjoa, cansa, dai larga no chão. Outra criança pega, brinca, cuida bem e dá carinho àquele brinquedo. E você começa a perceber como aquele brinquedo era legal, como você se divertia com ele, várias brincadeiras legais que não pode mais fazer, todos os momentos felizes no playground que você não valorizou mais. De repente aquele brinquedo é o mais foda do parquinho e você quer de volta! (…) ou porque você é uma criança mimada escrota que só quer implicar e ter posse, ou porque você só percebeu o quanto aquilo era incrível depois que deixou ir embora. Em todo caso, azar o seu. Cuida bem do seu brinquedo na próxima vez que descer pro play). Cara… você fez uma analogia pra falar de deixar as coisas irem usando crianças e brinquedos? (É, acho que fiz…). Porra, por isso você é meu amigo hahaha, mais um chope aqui, garçom!”

Isso é algo que me irrita, e eu sou uma pessoa extremamente calma e sempre bem humorada (segundo fontes não confiáveis).

Mas… por quê só damos valor pra algo depois que perdemos?

E isso é recorrente. Já deve ter acontecido com você e certamente você conhece alguém que já passou por isso.

Existe a tendência de só valorizar algo depois que se perde, ou que está longe. E por mais que vejamos isso acontecer repetidas vezes com outros, ainda deixamos acontecer conosco.

Confirmado! Somos idiotas!

Já tive pessoas que depois de muito tempo afastadas se reaproximaram.
Outras que continuam afastadas, mas vejo quererem entrar de novo na minha vida.
Sejam bem vindos todos… Mas limpem o pé no tapete, não bagunça minha cama e… tá, pode abrir a geladeira.

É preciso dar valor quando se tem ao lado, não quando a saudade aperta.
Não cometa o mesmo erro de novo e de novo. Não espere que algo especial se perca pra que você precise dar valor à ele.

Reconheça os sinais!

Perceba o quanto isso é raro e único, e valorize ao máximo.
Por isso que em cada conversa, confidência, piada, risada, abraço, beijo…
De cada companhia tiro o melhor da pessoa e tento dar o máximo de mim.
Hoje.
Agora!

Porque amanhã você pode não estar mais aqui. E eu não estarei mais aqui.
E aí é tarde demais pra querer o brinquedo que ficou no chão do playground.




Deu Ruim

terça-feira, 19 de maio de 2015

Há pessoas...


Há pessoas que nos roubam…

Há pessoas que nos devolvem.

A presença do outro nos indica o que somos.

Relações saudáveis são relações que nos devolvem a nós mesmos – e, o melhor, devolvem-nos melhorados

O amor talvez seja isso.

Encontro de partes que se complementam, porque se respeitam.

E, no ato de se respeitarem, ampliam o mundo um do outro

Ninguém é tão completo que seja capaz de preencher totalmente as necessidades do outro.


Pe. Fábio de Melo 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Você cresceu... Eu envelheci...



Tinha prometido pra você Nela, essa foto...

Você bem menininha ainda morrendo de ciúmes de eu ter casado...

Queria ir comigo para lua-de-mel...

O tempo passou, você cresceu... Eu envelheci...

Meus sogros à esquerda e meus pais à direita já são estrelinhas brilhando no céu...

E nós, eu e você continuamos seguindo nossas vidas... Distantes mas sempre juntas em sentimento...

Espero que tenha gostado...

Do bolo?... Não, da foto...

Te adoro...

Tê...maria tereza cichelli
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